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Saiba agora o que é BRICS e quais os impactos no comércio exterior!

Existem diversas dúvidas sobre o que é BRICS e como este grupo de economias em desenvolvimento impacta o comércio exterior e as oportunidades para as empresas brasileiras. Diante disso, vale reunir o máximo de conhecimento possível em torno das relações geopolíticas em busca de tomar melhores decisões. 

Ao acompanhar as frequentes mudanças nas reuniões das dez nações pertencentes ao BRICS, fica mais simples construir propostas relevantes e padrões logísticos coerentes com as expectativas dos parceiros. Ficou interessado? Vamos mostrar nos tópicos abaixo o que é o BRICS e outras curiosidades relacionadas. 

Siga com a leitura!

Entenda o que é BRICS 

Os BRICS podem ser classificados como um grupo de economias em desenvolvimento formado por dez países localizados em diferentes continentes do mundo. Inicialmente era uma reunião com o objetivo de tomar melhores decisões generalizadas e, com o passar do tempo, se transformou em uma cúpula de interesses em comum. 

Atualmente, os encontros formais negociam tratados de comércio e cooperação sobre diversos temas que vão desde investimentos e tecnologias até questões sociais e políticas. O grupo foi criado de maneira simbólica em 2006, na Assembleia Geral das Nações Unidas, quando ministros de relações exteriores se encontram nos Estados Unidos. 

Fizeram parte do pontapé inicial do BRICS representantes do Brasil, China, Rússia e Índia com encontros que discutiram assuntos de interesses compartilhados e urgentes. Oficialmente, a primeira reunião com o nome BRICS aconteceu em 2009, na Rússia, e a cada ano se aprimora na busca por medidas mais justas no combate à desigualdade. 

Veja quais países fazem parte 

Uma das principais dúvidas sobre o que é BRICS está relacionada à sua composição. Atualmente, o grupo é formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Irã. Os cinco últimos foram adicionados em 2024, fortalecendo a presença do bloco no cenário global e ampliando sua influência econômica e política.

Além da preocupação com o crescimento econômico, os estudos relacionados visam ainda a qualidade das expansões, já que é necessário combinar as atividades definidas com o desenvolvimento sustentável em longo prazo. Dentro desta perspectiva, discute-se as possibilidades de investimento mútuo e assistências de projetos prioritários.

Acompanhe os objetivos relacionados

Embora os países do BRICS tenham forte articulação entre si, o grupo não é um bloco econômico formal como o Mercosul ou a União Europeia. Em vez disso, trata-se de um mecanismo de cooperação estratégica, no qual os membros buscam fortalecer laços comerciais, reduzir barreiras tarifárias e ampliar investimentos em áreas prioritárias.

Os dez países buscam constantemente a redução de barreiras comerciais entre eles para que seja possível o comércio bilateral. Inclusive, no ano de 2014, foi desenvolvido o Banco do BRICS, também chamado de Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), focado no financiamento de projetos de infraestrutura dos membros.

Como resultado, fica mais simples conseguir empréstimos e assistências financeiras completas em operações de diversas áreas de melhorias consideradas sociais e econômicas, como transporte, sustentabilidade, infraestrutura, mudanças sociais, saneamento básico, entre outros. 

Fundo de reserva 

Logo depois disso, no mesmo ano, formou-se o Fundo de Reservas do BRICS que preencheu a necessidade de trazer mais segurança financeira durante momentos de instabilidade. Assim, em caso de movimentos econômicos planejados de forma inadequada, uma nação do BRICS pode usar o recurso de assistência financeira. 

O que trouxe uma série de vantagens de progresso econômico durante os anos e uma divisão de estudos sobre como superar desafios relacionados. No entanto, é importante destacar que existem também diferenças significativas que impactam as reuniões, como restrições comerciais, barreiras tarifárias e questões de competitividade. 

Principais mudanças 

A expansão do BRICS com a entrada de novos países deve gerar mudanças significativas nas relações econômicas do bloco. Inicialmente, seis países foram convidados a ingressar, mas a Argentina recusou a adesão, alegando que o momento não era oportuno e que sua política externa não estava alinhada com os objetivos do grupo. 

As novas integrantes devem cumprir condições estabelecidas pelos países fundadores com o objetivo de influenciar negociações e parcerias junto às economias mais desenvolvidas, como os Estados Unidos e alguns países da Europa. E conforme o avanço da estrutura de dez países acontece, a força geopolítica da China pode ser ainda maior.

Isso porque o perfil dos membros do BRICS favorecem o projeto chinês de ampliar a sua influência mundial. Internamente os outros países apresentam interesse de receber investimentos do gigante da ásia e o consideram como uma espécie de liderança nas tomadas de decisões voltadas para as questões econômicas. 

Calcule o que considerar na importação e exportação

O BRICS interfere diretamente nas decisões de comércio exterior do Brasil. Afinal de contas, com a associação dos países emergentes, abre-se uma plataforma que favorece o comércio multilateral e o fluxo de bens e serviços. 

Sem contar que se trata de um mercado consumidor promissor para as empresas nacionais, pois os países membros têm populações que chegam a bilhões de pessoas combinadas. O que faz com que com um trabalho de alinhamento estratégico, as negociações consigam ir além da China que é um dos principais parceiros do Brasil. 

Por exemplo, companhias do setor de energia apresentam alto potencial de acordos com a Rússia pela sua vasta gama de recursos naturais, como gás natural, petróleo e minerais. Já a Índia é amplamente conhecida por sua forte indústria de tecnologia de informação em rápido desenvolvimento e os diferenciais do setor farmacêutico.

Conte com ajuda especializada 

E para compreender de maneira eficiente as oportunidades do comércio exterior, vale contar com a ajuda de uma especializada em logística que atenda todas as frentes deste tipo de operação. Trata-se de criar um trabalho impecável tanto na parte prática quanto na burocrática com foco em impressionar os clientes e reduzir custos

Assim, com o suporte de quem conhece o caminho das pedras em um segmento tão complexo, fica mais simples tomar decisões intransferíveis para o sucesso de sua empresa de maneira calma, identificar o melhor custo-benefício e cumprir prazos com exatidão. A partir de cada detalhe baseado em uma gestão de riscos cuidadosa e personalizada. 

Agora você já sabe o que é BRICS e quais são os impactos das reuniões no comércio exterior. Para que tudo aconteça conforme o planejado e seja possível encontrar as melhores oportunidades relacionadas, criar estratégias logísticas certeiras faz toda a diferença. Dessa forma, conte com ajuda especializada no assunto e leve em conta as particularidades de cada processo em busca de padrões de qualidade. 

Gostou das informações do artigo? Então aproveite e leia também sobre as principais vantagens na exportação para o sudeste asiático.

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